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Análise

As equipas Algarvias nos campeonatos nacionais

Cinco equipas algarvias marcam presença nos Campeonatos Nacionais, em escalões distintos e com objetivos igualmente distintos. Em momentos diferentes, tanto do ponto de vista finan…

Por Marco Antônio Rigotti Silva07 de setembro de 2026

Cinco equipas algarvias marcam presença nos Campeonatos Nacionais, em escalões distintos e com objetivos igualmente distintos. Em momentos diferentes, tanto do ponto de vista financeiro como estrutural e de projeto, entram na época a tentar apagar fantasmas recentes, garantir o mínimo e sonhar com o máximo.

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A começar pelas duas que estão no patamar mais alto: Farense e Portimonense.

O emblema da capital algarvia disputa a sua segunda época consecutiva no segundo escalão português e espera um desfecho bem diferente do da temporada passada, em que escapou a uma segunda descida seguida apenas no play-off. Já o Portimonense, na terceira participação consecutiva, procura também outra sorte, depois de ter evitado a despromoção somente na última jornada.

O arranque do campeonato sugere que ambas podem, pelo menos, ter uma vida mais tranquila no que toca à manutenção.

Um degrau abaixo, na Liga 3, o Louletano estreia-se na prova — ainda que já tenha marcado presença no terceiro escalão português noutros tempos, quando este tinha outras designações. O salto técnico e financeiro do Campeonato de Portugal para a Liga 3 é de tal ordem que uma época sem sobressaltos na luta pela permanência já seria recebida com muito entusiasmo em Loulé. Mas o início promissor pode indicar algo maior reservado ao clube.

E por falar em Campeonato de Portugal, faltam os dois últimos clubes: GD Lagoa e Imortal. Os lagoenses cumprem a terceira época na divisão e pretendem continuar a consolidar-se neste patamar. Já o alvirrubro de Albufeira regressa ao cenário nacional após duas épocas nos distritais, tentando capitalizar o bom momento que culminou no título algarvio da época passada.

O cenário mais positivo possível passaria pela subida de todos, mas a realidade tende a ser mais cruel. Uma época com o regresso do Algarve à Primeira Liga, a manutenção do Louletano e campanhas tranquilas dos dois clubes do Campeonato de Portugal já seria um ano muito positivo para a região.